Clientes com dívidas em atraso junto a bancos e instituições financeiras poderão renegociar os débitos por meio de um mutirão promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A iniciativa oferece condições especiais, como descontos, parcelamento e redução de taxas de juros para refinanciamento.
Podem ser incluídas na negociação dívidas relacionadas a cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito contratadas com bancos e instituições financeiras. Para participar, os débitos precisam estar em atraso, sem bens dados como garantia e não podem estar prescritos.
Os consumidores têm duas formas de realizar a renegociação. A primeira é de maneira remota, diretamente com a instituição financeira credora por meio de seus canais oficiais ou pela plataforma consumidor.gov.br. Nesse caso, é necessário que o usuário possua conta nos níveis Prata ou Ouro. A segunda opção é presencial, nos Procons participantes da iniciativa.
“O mutirão é uma oportunidade para o cidadão negociar suas dívidas diretamente com as instituições financeiras, limpar seu nome e reorganizar seu orçamento, prevenindo o superendividamento”, afirma Amaury Oliva, diretor de cidadania financeira e relações com o consumidor da Febraban.
A iniciativa faz parte de uma série de ações voltadas à renegociação de débitos no sistema financeiro. Desde o início dos mutirões, em 2019, o sistema bancário brasileiro já repactuou mais de 35,6 milhões de contratos relacionados a dívidas negativadas de consumidores.
Somente em 2025, foram renegociados 2,6 milhões de contratos nas duas edições do mutirão. Desse total, 1,4 milhão de acordos ocorreu na ação realizada em março, durante o mês do consumidor, enquanto 1,2 milhão foi registrado na edição de novembro.
O mutirão também se soma a outras iniciativas apoiadas pelos bancos, como o programa Desenrola Brasil, do governo federal. Na fase 2 do programa, que envolveu dívidas bancárias, foram renegociados 3,6 milhões de contratos, correspondendo a um volume financeiro de R$ 6,5 bilhões.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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