Os índices de arboviroses, abrangendo dengue, chikungunya e zika vírus, experimentaram um alarmante aumento no início deste ano em Minas Gerais. De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), os diagnósticos positivos aumentaram em 754% na primeira quinzena de 2024 em comparação com o ano anterior.
Recentemente, a saúde estadual confirmou o primeiro óbito decorrente de arboviroses, tratando-se de um paciente de Sete Lagoas, cujo o óbito foi atribuído à chikungunya.
Até 15 de janeiro deste ano, Minas Gerais notificou 13.384 casos prováveis de arboviroses (dengue, chikungunya e zika). Desses, 3.983 casos de dengue foram confirmados, com três óbitos em investigação. Para chikungunya, há 1.223 casos confirmados e um óbito, enquanto não há notificações de zika neste ano. Na primeira quinzena de 2023, foram confirmados 583 casos de dengue, com uma morte em investigação, além de 26 diagnósticos de chikungunya.
A infectologista Luana Araújo expressou sua extrema preocupação com o cenário para 2024, principalmente em relação à dengue. Ela destacou que as previsões apontam para um aumento significativo nos casos, considerando as condições climáticas favoráveis à proliferação do mosquito transmissor.
Quanto à chikungunya, Araújo explicou que, embora tenha havido um aumento no início do ano passado, os números terminaram sendo mais baixos devido à característica do mosquito Aedes aegypti de geralmente propagar apenas um vírus por vez.
Em relação aos cuidados, a infectologista enfatizou a importância da prevenção individual, destacando que a diminuição da presença do mosquito é crucial. Ela aconselhou as pessoas a cuidarem de seus domicílios, onde mais de 70% dos focos do mosquito são identificados, enfatizando a importância de monitorar locais propícios à acumulação de água, como pratinhos de plantas e depósitos ao ar livre.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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