A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais registrou três casos confirmados de mpox em 2026. Até 16 de fevereiro, o estado contabilizou 19 notificações, sendo três confirmações, um caso provável, nove suspeitos e seis descartados, sem mortes. No Brasil, há 48 diagnósticos positivos da doença, com maior concentração em São Paulo, que soma 41 casos.
Os pacientes confirmados em Minas Gerais são homens, dois com idades entre 30 e 39 anos e um entre 40 e 49 anos. Os exames foram realizados em Belo Horizonte e Contagem, mas todos residem fora do país, sendo dois nos Estados Unidos e um em Portugal. Nenhum deles precisou de internação. Segundo a Secretaria, a transmissão ocorre principalmente por contato físico direto com secreções, e o tratamento precoce reduz praticamente a zero o risco de morte.
A mpox é causada por vírus do gênero Orthopoxvirus e apresenta sintomas iniciais como febre, dor no corpo, dor de cabeça, cansaço e aumento dos linfonodos, podendo evoluir para lesões na pele em diferentes partes do corpo. A transmissão ocorre por contato com lesões, fluidos corporais, objetos contaminados e também pode acontecer de mãe para filho. O tratamento é feito com medidas de suporte.
A vacinação é a principal forma de prevenção e está disponível no Sistema Único de Saúde para grupos prioritários, como pessoas que vivem com HIV/Aids, usuários de PrEP e profissionais de saúde. Especialistas alertam para a baixa cobertura vacinal e orientam que pessoas com lesões suspeitas evitem contato físico e procurem atendimento médico.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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