André Ribeiro Castanheira, de 42 anos, motorista do Celta destruído no acidente envolvendo 13 veículos no Anel Rodoviário de Belo Horizonte, recebeu alta do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII nessa quarta-feira (13). Morador de Sete Lagoas, ele sofreu fratura no nariz, cortes e hematomas superficiais após ser atingido por uma carreta desgovernada na última terça-feira (12). Veja vídeo

O motorista seguia no sentido Vitória quando reduziu a velocidade devido a um congestionamento. André contou que não costuma fazer o trajeto com frequência e que estava a caminho do Consulado de Portugal, na capital mineira, para renovar o passaporte. Segundo ele, a carreta atingiu a traseira do veículo no momento em que o trânsito estava lento.
Após a colisão, André afirmou que perdeu a consciência e só acordou quando já estava de cabeça para baixo dentro do automóvel. Ele relatou que o sangue escorria pelo rosto enquanto combustível vazava sobre ele no interior do carro. Preso às ferragens, começou a pedir ajuda enquanto pessoas que estavam próximas tentavam verificar se havia sobreviventes no veículo destruído.
De acordo com o motorista, populares arrancaram partes da lataria manualmente para abrir espaço e conseguiram levantar o carro tombado, permitindo a retirada dele por uma abertura. André disse que duas pessoas o puxaram enquanto outra cortava o cinto de segurança. Segundo ele, o resgate ocorreu mesmo com vazamento de combustível no automóvel. Quando o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) chegou ao local, os militares utilizaram serragem no asfalto para reduzir o risco de incêndio.
O estado do Celta chamou atenção das pessoas que acompanharam o acidente. André afirmou que o veículo ficou completamente destruído após o impacto da carreta e as colisões contra postes na pista. Para ele, sobreviver ao acidente foi algo inesperado diante da gravidade da ocorrência.
O motorista também acredita que o airbag contribuiu para reduzir os ferimentos. O carro pertencia à esposa dele, Amanda Miranda, que havia sugerido que ele utilizasse o veículo por ser mais novo que o Gol do casal, que não possui o equipamento de segurança.
Após deixar o João XXIII, André passou a se recuperar em casa ao lado da esposa. Apesar de não ter sofrido ferimentos graves, ele contou que ainda sente dores pelo corpo e tenta lidar com o impacto psicológico provocado pelo acidente.
Segundo o motorista, nos primeiros momentos após a ocorrência ele chorava ao lembrar da situação e chegou a apresentar aumento da pressão arterial. André afirmou que, mesmo após passar por exames em Belo Horizonte, pretende procurar outros médicos nos próximos dias para repetir avaliações e garantir que não houve lesões não identificadas inicialmente.
Da Redação
Com informações O Tempo
Sete Lagoas Notícias
FIQUE BEM INFORMADO, SIGA O SETE LAGOAS NOTÍCIAS NAS REDES SOCIAIS:
Twitter - X
https://twitter.com/7lagoasnoticias
Instagram:
https://www.instagram.com/setelagoasnoticias
Facebook:
https://www.facebook.com/setelagoasnoticias
Siga nosso canal no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaZjLzAJZg42Nou8Uh3R
















