A mineira Nina Christo Bianchetti, de apenas 4 anos, é a mais nova integrante do Mensa Internacional, uma sociedade seleta voltada para pessoas com QI acima da média, o que eles consideram que sejam cerca de 2% da população. A garota, que vive em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, é considerado a brasileira mais jovem a fazer parte da comunidade, e também a criança mais nova de Minas Gerais na lista.
A menina que, aos dois anos, estava completamente alfabetizada, já leu mais de 100 livros, inclusive em inglês. Em agosto deste ano, a família de Nina enviou para a Mensa um apanhado de testes feitos pela neuropsicóloga da criança como evidências de sua superinteligência.
Aprovada para o clube, a menina se tornou uma das 12 menores de idade com reconhecido alto Quociente de Inteligência em Minas Gerais. No Brasil, o Mensa já possui 174 membros menores de idade, entre 3 e 17 anos.
Para ingressar na comunidade é preciso passar por rigorosos testes de inteligência em diversas áreas, com percentil de 99,6.
Carolina Christo, mãe de Nina, é escritora e tradutora, e conta que a criança sempre demonstrou possuir um desenvolvimento mais acelerado. Carolina definiu a filha como uma 'esponjinha'. "A gente mostrava uma coisa uma ou duas vezes e ela já guardava. Ela tinha uma capacidade de atenção muito grande, mesmo quando bebezinha, com 6 meses, folheando livros", contou.
Entretanto, foi quando Nina completou um ano e meio que a família decidiu procurar um profissional para acompanhar o desenvolvimento da criança. "A gente começou a ficar com a pulga atrás da orelha, porque ela fazia uns desenhos avançados pra um bebê, não eram rabiscos, e começou a escrever algumas letras".
A partir do aconselhamento de psicólogos, a própria Carolina começou a fazer um acompanhamento escolar mais avançado com a filha. Os pais, inclusive, decidiram não contar à coordenação da escola sobre as habilidades de Nina, e deixaram que o próprio colégio entrasse em contato quando percebessem. "Queríamos que eles conhecessem a Nina. Daí, depois de um tempo a coordenadora me disse que ela tinha feito alguns testes com a Nina, e que ela estava muito avançada. Agora a Nina vai começar a fazer algumas atividades com uma turma mais avançada e a expectativa é que ela seja acelerada no ano que vem".
A principal preocupação de Carolina era de o QI muito alto de Nina acabasse se tornando uma pressão para ela e, por isso, a família faz um acompanhamento com uma neuropsicóloga. "Queremos que ela crie vínculo com essa turma antes de ir de vez pra lá", explicou Carolina sobre a possibilidade de Nina ser adiantada nos estudos, "a maioria das crianças com essa condição não recebe acompanhamento adequado e isso acaba resultando em ansiedade, desmotivação, recusa a ir à escola".
Há cerca de um mês, a família de Nina decidiu tentar uma vaga para ela no Mensa. Eles enviaram as avaliações e testes feitos pela neuropsicóloga da criança e ela foi aceita. Carolina acredita que, ao entrar para esse clube, Nina poderá participar de mais atividades lúdicas com pessoas parecidas com ela.
Da Redação
Com informações Itatiaia
Sete Lagoas Notícias
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