Após a repercussão da operação Amálgama, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que a ação, deflagrada em 22 de abril de 2026, nos municípios de Itutinga, Ervália e Sete Lagoas, teve como objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário, dentro de uma investigação que apura o comércio ilegal de munições e armas de fogo, além do tráfico de drogas.
De acordo com a corporação, as investigações permanecem em andamento e, até o momento, foram identificados indícios consistentes de que um dos locais alvo da operação, um estabelecimento comercial localizado no bairro São Francisco, em Sete Lagoas, teria sido utilizado como ponto de comercialização de munições.
A PCMG informou que esses elementos integram o inquérito policial e foram apresentados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que autorizaram a expedição dos mandados de busca e apreensão.
Em nota oficial, a Polícia Civil afirmou que a operação foi conduzida com base nos preceitos legais e constitucionais, destacando o trabalho das equipes envolvidas e negando qualquer irregularidade ou contato indevido com os alvos durante as diligências.
A corporação informou ainda que os elementos reunidos foram inseridos no inquérito policial e encaminhados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que autorizaram as medidas adotadas.
As investigações seguem em andamento para apurar a participação de outros estabelecimentos e pessoas no esquema criminoso.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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