Em coletiva da imprensa, na manhã desta sexta-feira (26), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indicou que a adolescente Ana Luiza Silva Gomes, de apenas 12 anos, foi estuprada e asfixiada até a morte.
A menina foi encontrada morta em uma calçada, no bairro Vitória, na Região Nordeste de Belo Horizonte, no último dia 16. O suspeito, de 25 anos, foi indiciado por estupro de vulnerável, homicídio, fraude processual e corrupção de menores. (Relembre o caso)
De acordo com o delegado Leandro Alves Santos, durante o ato sexual, Ana Luiza sofreu convulsão, porque o homem comprimiu o tórax dela, o que a impediu de respirar. "Ele teve a intenção do estupro e, no decorrer do ato fez o sufocamento. Ele não se preocupou com o que poderia acontecer com a vítima. Ele não se propôs a socorrer a vítima", destacou.
Para a polícia, o suspeito tentou simular outra causa de morte, alegando que a vítima teria passado mal após usar loló. No entanto, o material genético encontrado no corpo da vítima é compatível com o DNA do suspeito. Os exames também constataram que a garota não consumiu nenhuma substância ilícita e que o hímen dela havia sido rompido durante o estupro.
Imagens de uma câmera de segurança mostram o suspeito colocando a vítima na calçada, mas o delegado Leandro Alves Santos disse que ela já estava morta.
"A vítima morreu logo depois que chegou à casa dele. Ele tentou simular que ela morreu do lado de fora da casa", disse Santos.
Os exames constataram provas do estupro cinco horas antes da morte.
A polícia informou que o homem tem traços de pedofilia e tem passagens pelo mesmo crime no ano de 2021. Atualmente, ele se encontra preso. Caso seja condenado, a pena pode chegar a 54 anos de prisão.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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