A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) confirmou que o corpo encontrado decapitado no Parque Ecológico Roberto Burle Marx, no bairro Flávio Marques Lisboa, na região do Barreiro, em Belo Horizonte, pertence a uma jovem de 23 anos que estava desaparecida na mesma área. A identificação foi concluída no fim da noite de terça-feira (28).
Kethlen Moreira Soares não era vista desde o dia 3 de abril. O desaparecimento foi registrado pela família no dia 15 do mesmo mês. Embora o prazo legal para emissão do laudo possa chegar a 30 dias, o Instituto Médico-Legal (IML) realizou a identificação poucos dias após a localização do corpo, ocorrida no sábado (25).
As investigações iniciais consideraram a semelhança entre uma tatuagem no corpo, que estava em avançado estado de decomposição, e a da jovem desaparecida. A confirmação oficial ocorreu por meio da análise das impressões digitais. Ainda no início das apurações, familiares já haviam sido procurados pelos investigadores e indicavam a possibilidade de se tratar da jovem. “Tudo indica que seja ela mesmo”, afirmou uma tia em entrevista na segunda-feira (27).
Durante o período de buscas, parentes reuniram informações sobre a rotina recente da jovem. Segundo relatos, havia comentários sobre possíveis dívidas e envolvimento com drogas. “Também falaram que ela e um rapaz pegaram um dinheiro emprestado e que havia alguém cobrando esse valor. Disseram que ele pagou e ela não, mas tudo isso chegou até nós por outras pessoas”, disse uma tia, que preferiu não se identificar.
A jovem deixa dois filhos, de 4 e 6 anos.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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