A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) identificou uma falsa denúncia de estupro registrada em Araguari, no Triângulo Mineiro, envolvendo uma adolescente de 14 anos que seria submetida a um procedimento de aborto legal, posteriormente impedido por policiais.
Investigadores da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), com apoio do Conselho Tutelar, detectaram inconsistências nas informações apresentadas e ampliaram os levantamentos diante da gravidade do caso. Durante a apuração, foi constatado que não houve estupro.
Segundo a corporação, a adolescente manteve relação sexual consentida com outro adolescente, e a versão de crime sexual teria sido apresentada pela mãe da jovem com o objetivo de enquadrar o caso como crime.
Com a confirmação dos fatos, equipes da delegacia especializada impediram a realização da interrupção da gestação. A legislação brasileira autoriza o aborto em situações específicas, como gravidez resultante de estupro, inclusive de vulnerável, risco à vida da gestante e casos de anencefalia fetal.
A PCMG destacou que a criação ou distorção de informações para obtenção de enquadramentos legais indevidos é considerada conduta grave e pode prejudicar vítimas reais de crimes sexuais.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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