A Polícia Civil, por meio de nota, informou ter prendido dois seguranças supesitos de terem matado o fisiculturista sete-lagoano Allan Guimarães Pontello, de 25 anos. A operação que culminou no cumprimentos dos mandados de prisão foi deflagrada na na manhã desta terça-feira (24), em Belo Horizonte. Allan morreu em circunstâncias ainda não esclarecidas, no último dia 2 de setembro, na boate Hangar 677, no Bairro Olhos D'água,na capital (clique e relemre o caso).
Delmir de Araújo Dutra e Carlos Felipe Soares, empregados da empresa Cy Security e Vigilância, prestadora de serviços na ocasião à boate, foram presos por volta das 8h. O advogado de defesa dos dois, Ércio Quaresma, em pronunciamento à imprensa da capital, contestou a prisão e já adiantou que entrará com um pedido de habeas corpus. No entanto, a expectativa é de que um terceiro envolvido no caso seja preso em breve.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações seguem em sigilo e outras informações serão repassadas somente na conclusão do Inquério Policial.
Laudos
No início deste mês, laudos toxicológicos apontaram que não haviam resquícios de drogas e bebidas alcóolicas no organismo do rapaz, confirmando as indagações da família e de conhecidos que defendiam a hipótese de que o fisiculturista mantinha hábitos saudáveis, não fazia uso de substâncias ilícitas e que sua morte havia sido provocada por espancamento (clique e relembre).
Apesar do laudo negativo para drogas e bebidas, foi detecatda no organismo do rapaz a substância anestésica cetamina, usada em procedimentos cirúrgicos para sedação e analgesia, de uso estritamente médico. O caso segue sob responsabilidade do delegado Magno Machado.
Da Redação
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