O pai do fisiculturista sete-lagoano Allan Guimarães Pontelo, de 25 anos, prestou depoimento na tarde desta terça-feira (12) sobre a morte do filho, em circunstâncias não esclarecidas na boate Hangar 677, em Belo Horizonte, no último dia 2 de setembro (clique e relembre o caso).
Em entrevista ao Portal O Tempo, da capital mineira, Dênio Luiz Pontelo, de 47 anos, disse ter informado à Polícia Civil que o jovem tinha hábitos saudáveis "Expliquei para o delegado que é um menino que estuda e trabalha. E faz também parte como modelo", disse .
Ele afirmou ainda que o delegado não adiantou informações sobre o andamento das investigações. O pai está convicto de que Allan foi espancado e torturado pelos seguranças da casa de shows: "Eu sei que meu filho foi torturado, que não foi overdose como eles estão dizendo".
O laudo sobre a morte do rapaz é esperado para o final do mês. Em manifesto clamando por justiça, o pai espalhou outdoors por Contagem, cidade onde Allan vivia. As peças publicitárias foram expostas em frente a shopping centers, locais onde há grande fluxo de pessoas, cobrando apuração pela morte do sete-lagoano.
Da Redação
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