Um motorista de aplicativo, de 21 anos, foi preso em Belo Horizonte suspeito de estuprar uma passageira de 19 anos. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) nesta quinta-feira (25), após cumprimento de mandados de apreensão. O crime ocorreu no dia 26 de janeiro deste ano, durante uma corrida no bairro Concórdia, na região Nordeste da capital.
Segundo informações da polícia, durante a corrida, o motorista abordou a jovem de maneira inadequada e, ao chegar em sua residência, cometeu abusos sexuais mediante violência e ameaça grave. Após o crime, o suspeito ainda ameaçou a vítima para que não denunciasse o ocorrido.
Investigações revelaram que o suspeito utilizava redes sociais para alugar contas de motoristas credenciados, com o intuito de cometer delitos. A delegada Renata Ribeiro, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid), afirmou que o investigado alugava de forma maliciosa as contas de outras pessoas, usando o serviço de motorista para cometer crimes, incluindo o estupro contra a passageira.
O suspeito já havia sido indiciado anteriormente pelo mesmo crime em 2018. Durante as investigações, descobriu-se que ele agia da mesma forma, realizando abordagens inadequadas durante as corridas e praticando atos libidinosos contra as vítimas.
No início deste mês, outro motorista de aplicativo, de 30 anos, também foi preso sob suspeita de estuprar uma adolescente de 15 anos em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte. A vítima relatou à Polícia Militar que, durante a corrida, o motorista a abordou de forma inapropriada e tentou beijá-la à força. Ele a ameaçou, cometeu o estupro e a expulsou do veículo.
A delegada Renata Ribeiro ressaltou a importância de os usuários de aplicativos de transporte verificarem as informações dos motoristas, como nome, foto e placa do veículo. Ela enfatizou a necessidade de conferir a fotografia e garantir que corresponda à pessoa real, além de cancelar a viagem pelo aplicativo em caso de abordagens inadequadas, relatar o incidente à polícia e compartilhar o trajeto com familiares e amigos.
A sublocação de contas de motoristas de aplicativo é proibida. As investigações estão em andamento na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Belo Horizonte, onde também são apurados outros dois crimes cometidos pelo suspeito da mesma maneira.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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