Sete Lagoas Notícias
PUBLICIDADE
  • banner
  • DESTAQUES
  • VARIEDADES
  • CIDADES
  • POLÍTICA
  • POLÍCIA
  • SAÚDE E BEM ESTAR
  • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
  • GERAIS

Ferida que não cicatriza? Saiba quando suspeitar de câncer de pele

10/06/26 - 11:05
Foto: Reprodução - Uma casquinha que insiste em voltar, uma ferida que não cicatriza ou uma certa aspereza podem até parecer sinais inofensivos, mas merecem atenção. Isso porque podem indicar câncer de pele não melanoma, o mais frequente no Brasil
Foto: Reprodução - Uma casquinha que insiste em voltar, uma ferida que não cicatriza ou uma certa aspereza podem até parecer sinais inofensivos, mas merecem atenção. Isso porque podem indicar câncer de pele não melanoma, o mais frequente no Brasil

 

 

Uma casquinha que insiste em voltar, uma ferida que não cicatriza ou uma certa aspereza podem até parecer sinais inofensivos, mas merecem atenção. Isso porque podem indicar câncer de pele não melanoma, o mais frequente no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), os carcinomas basocelular e espinocelular, tipos mais comuns, são responsáveis por cerca de 177 mil novos casos da doença por ano no país.

 

Ao contrário do melanoma, que costuma concentrar mais atenção por ser o tipo mais agressivo, os tumores de pele não melanoma, embora apresentem baixa letalidade, podem evoluir de maneira silenciosa e causar danos importantes quando o diagnóstico é tardio. Isso ocorre porque eles podem crescer localmente, comprometer tecidos vizinhos e exigir procedimentos mais extensos, especialmente quando surgem em áreas expostas, como rosto, couro cabeludo, orelhas e mãos.

 

Para o dermatologista Dr. Matheus Rocha, o erro mais comum é achar que só lesões muito escuras ou com aparência mais agressiva merecem preocupação. “Muita gente não relaciona câncer de pele a uma ferida que não cicatriza, a uma crosta recorrente ou a uma área áspera que sangra de vez em quando. Como essas lesões nem sempre doem no começo, é comum que a pessoa observe por semanas ou meses antes de procurar ajuda”, afirma.

 

Segundo o especialista, essa demora faz diferença. “O câncer de pele não melanoma costuma ter bom prognóstico quando identificado cedo, mas isso não significa que possa ser tratado como algo banal. Quando cresce sem diagnóstico, ele pode invadir estruturas locais e tornar o tratamento mais complexo”, diz.

 

Sinais que merecem atenção

Entre os sinais do câncer de pele não melanoma que mais passam despercebidos, estão:

 

    • Feridas que não cicatrizam;
    • Lesões que descamam ou formam crostas repetidas;
    • Pontos que sangram com facilidade;
    • Áreas ásperas, brilhantes ou avermelhadas que persistem;
    • Manchas ou pintas que mudam de forma, cor ou tamanho.

 

O Dr. Matheus Rocha explica que essas alterações costumam aparecer em regiões que acumulam exposição solar ao longo da vida, como nariz, orelhas, bochechas, couro cabeludo, antebraços e dorso das mãos. “São áreas que recebem sol com frequência e, por isso, concentram dano cumulativo. Muitas vezes, quando a lesão aparece, ela já é o reflexo de anos de exposição sem proteção adequada”, alerta.

 

Diagnóstico tardio pode ter impactos negativos

Parte do atraso no diagnóstico vem de uma associação muito forte entre câncer de pele e melanoma. Isso faz com que outras lesões sejam vistas como menores ou menos urgentes. Para o Dr. Matheus Rocha, essa diferença de percepção é um problema. “O carcinoma basocelular tem baixa chance de metástase, mas isso não quer dizer que seja inofensivo. Ele pode destruir tecido local, comprometer áreas delicadas e causar impacto importante na qualidade de vida”, diz.

 

O mesmo vale para o carcinoma espinocelular, que pode ter comportamento mais invasivo em alguns casos. Quando o diagnóstico é feito cedo, o tratamento costuma ser mais simples e com melhores resultados estéticos e funcionais.

 

Quando procurar um dermatologista

A orientação é buscar avaliação médica sempre que uma lesão:

 

    • Não cicatriza;
    • Volta a formar crosta;
    • Sangra repetidamente;
    • Muda de aspecto;
    • Surge em área exposta ao sol e persiste por semanas.

 

“O ideal é não esperar dor, crescimento rápido ou piora evidente. Em muitos casos, o principal sinal de alerta é justamente a persistência da lesão”, resume o Dr. Matheus Rocha.

 

Tratamento para o câncer de pele não melanoma

Na maior parte dos casos, o diagnóstico começa com avaliação clínica e pode ser complementado por dermatoscopia e biópsia. O tratamento costuma ser cirúrgico, com retirada da lesão e análise do material removido. Dependendo do tipo, da localização e da extensão do tumor, outras abordagens também podem ser indicadas.

 

Para o dermatologista, a principal mensagem é simples: o câncer de pele nem sempre começa com uma imagem assustadora. “Às vezes, ele aparece como algo pequeno, discreto e fácil de ignorar. É justamente por isso que tanta gente demora a procurar avaliação”, conclui.

 

 

Por EdiCase

Sete Lagoas Notícias

FIQUE BEM INFORMADO, SIGA O SETE LAGOAS NOTÍCIAS NAS REDES SOCIAIS:

Twitter - X

https://twitter.com/7lagoasnoticias

Instagram:

https://www.instagram.com/setelagoasnoticias

Facebook:

https://www.facebook.com/setelagoasnoticias

Siga nosso canal no WhatsApp:

https://whatsapp.com/channel/0029VaZjLzAJZg42Nou8Uh3R

Compartilhar

Comentário(s)

Deixe seu comentário
PUBLICIDADE

Saúde e Bem Estar

  • Ferida que não cicatriza? Saiba quando suspeitar de câncer de pele
  • Pessoas com TDAH e dislexia terão atendimento especial em concursos públicos de Minas Gerais
  • Ministério da Saúde suspende vacina do Butantan contra a dengue após registro de reações severas
  • Atenção - Uso indiscriminado de corticoides pode causar glaucoma e cegueira
  • Nova vacina Pneumo 20 chega ao SUS e amplia proteção contra pneumonia e meningite
  • Caneta emagrecedora produzida no Brasil chega às farmácias mais barata
  • AVC ocular: entenda por que a visão pode sumir de repente
  • Insônia pode ser sinal de alerta para câncer antes dos 50 anos, aponta estudo
  • Ministério da Saúde autoriza 71 leitos para assistência à Síndrome Respiratória Aguda Grave em Minas
  • Dia Mundial da Esclerose Múltipla: 5 cuidados para manter a qualidade de vida
  • Visão embaçada? Veja como proteger a saúde dos olhos com alimentação
  • Gastrite, úlcera ou refluxo? Entenda diferenças e como tratar
  • Canetas emagrecedoras e anabolizantes podem impedir doação de sangue, alerta Hemominas
  • Minas Gerais confirma 23 mortes por dengue e investiga mais de 61 mil casos da doença em 2026
  • Saúde de Sete Lagoas abre processo seletivo para contratação temporária de motoristas
  • Dor de cabeça ou enxaqueca? Entenda as diferenças e quando buscar ajuda
  • 10 sinais de esquizofrenia que podem ser confundidos com estresse
  • Secretaria de Saúde de MG monitora avanço do ebola após alerta internacional da OMS
  • Anvisa suspende corticoide e remédio para colesterol; veja quais lotes
  • Sono após almoço e vontade por doces? Entenda relação com a insulina

EDITORIAS

  • DESTAQUES
  • CIDADES
  • POLÍTICA
  • POLÍCIA
  • ECONOMIA
  • REGIÃO
  • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
  • ANUNCIE

COLUNAS

  • AUTONEWS
  • CONTABILIZANDO
  • SERENIDADE

LINKS ÚTEIS

  • VIA 040
  • PREFEITURA DE SETE LAGOAS
  • CÂMARA MUNICIPAL DE SETE LAGOAS
  • DETRAN-MG
  • CORPO DE BOMBEIROS
  • POLÍCIA MILITAR
  • Política de Privacidade

ESTAMOS NAS REDES

Sete Lagoas Notícias
  • quem somos
  • contato
  • anuncie

© Copyright 2026 - Sete Lagoas Notícias - Todos os direitos reservados

W Site Brasil