Um casal foi preso nesta segunda-feira (22) em João Pinheiro, acusado de agressão e omissão contra a própria filha, de apenas um mês e 24 dias. O homem teria batido na criança, causando fraturas em suas pernas, enquanto a mãe teria sido conivente ao demorar três dias para buscar ajuda médica para a vítima. O incidente levanta suspeitas em relação à morte de outro filho do casal em 2022.
Os pais da menina foram detidos depois que a criança foi levada ao Hospital de João Pinheiro com as duas pernas quebradas e outros ferimentos. Os médicos, desconfiando da versão apresentada pelo casal de que o carrinho em que a criança estava teria se fechado e causado os ferimentos, e acionaram a polícia.
Inicialmente, a mãe, uma jovem de 21 anos, alegou que se tratava de um acidente doméstico. No entanto, após ser confrontada pela polícia, a mulher confessou que o pai da criança, também de 21 anos, havia agredido a filha. Além das fraturas nas pernas, que já estavam em estado grave, a bebê apresentava choro inconsolável, escoriações no nariz e uma fratura na clavícula.
Diante da gravidade das lesões, o bebê foi transferido para o Hospital Regional Antônio Dias, em Patos de Minas, onde permanecia internado até a noite desta segunda-feira. Os médicos ressaltaram que a demora de 72 horas para buscar socorro médico comprova a negligência da mãe nos cuidados com a filha, tendo em vista a necessidade de cirurgia para corrigir as fraturas.
O casal foi encaminhado à delegacia e um inquérito foi instaurado pela Polícia Civil para investigar o crime. "A investigação encontra-se em andamento, com a realização de depoimentos e laudos periciais. Mais informações serão divulgadas à medida que avançarmos nos trabalhos de polícia judiciária", afirmou a instituição. A situação também levanta suspeitas em relação à morte de outro filho do casal no ano de 2022.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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