Após investigação da Polícia Civil, os pais da bebê de um mês e 24 dias que foi hospitalizada com as pernas e a clavícula quebradas, em João Pinheiro, foram indiciados pela morte do outro filho do casal, de apenas um mês de vida, que foi asfixiado em 2022. (Relembre o caso)
De acordo com a Polícia Civil, "os dois foram indiciados por homicídio qualificado por emprego de asfixia e contra menor de 14 anos, além da causa de aumento de pena em 2/3 por se tratar de ascendente, podendo a prisão ultrapassar os 40 anos", informou a polícia.
O delegado da Polícia Civil, Danniel Pedro, revelou que o casal possui diversos registros de violência doméstica e que a mulher se sentia amedrontada pelo companheiro.
Segundo as investigações, a mãe da vítima confessou o homicídio para os policiais. Em seu depoimento, ela afirmou que o pai do bebê o asfixiou com um travesseiro.
No entanto, na época do crime, ela alegou que a bebê havia falecido por causas naturais. A polícia descobriu que o crime foi cometido quando o companheiro dava mamadeira à criança. Nervoso com o choro do bebê, ele teria asfixiado o filho.
A mulher relatou ainda que a motivação foi agravada por uma crise de ciúme, o que levou o agressor a amarrar os braços e as pernas dela, além de desferir um soco, fazendo-a desmaiar por mais de 10 horas.
Essa versão foi considerada falsa pela Polícia Civil, que constatou que a mulher tentou usá-la para evitar ser culpada pelo crime.
Os crimes do casal foram descobertos em maio deste ano, quando a filha do casal foi hospitalizada com as pernas e a clavícula quebradas. A mãe relatou que o companheiro ficou bastante alterado e agrediu a criança, jogando-a no chão algumas vezes, durante uma crise de cólicas.
Após agredir a bebê, o pai manteve a mãe e a filha dentro de casa durante todo o fim de semana e só permitiu que elas saíssem quando ele foi trabalhar na segunda-feira de manhã.
O casal foi preso preventivamente e indiciado pelas agressões. A bebê continua internada no Hospital Regional de Patos de Minas, e seu estado de saúde não foi divulgado pelo hospital nesta terça-feira (30).
Da Redação
Com informações G1
Sete Lagoas Notícias
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