O retorno às aulas presenciais volta a ser obrigatório nas escolas da rede pública e privada de ensino de Minas Gerais a partir desta quarta-feira (03). Agora, apenas alunos que fazem parte de grupos de risco da Covid-19 podem seguir com as atividades remotas.
De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), a decisão de retomada das aulas presenciais se deve à redução dos casos confirmados da doença no estado e ao avanço da vacinação. O rastreamento de casos e contatos suspeitos e positivos do vírus na comunidade escolar, em combinação com isolamento e quarentena, também permanece.
O estudante deve frequentar a escola todos os dias letivos, conforme calendário escolar. Com isso, deixará de existir a alternância entre semanas.
Com as mudanças, os alunos não precisam mais manter distanciamento de 90 centímetros nas salas de aula. No entanto, alguns cuidados permanecem vigentes, como uso de máscara, lavagem de mãos, etiqueta respiratória e limpeza e manutenção frequente das instalações, bem como o rastreamento de contato com pessoas infectadas por covid-19 em combinação com isolamento e quarentena.
A deputada Beatriz Cerqueira (PT), presidente da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, entrou com uma ação judicial para impedir a retomada das presenciais no estado.
"Esse retorno obrigatório pode colocar em risco a crianças e suas famílias. Isso porque nós continuamos numa pandemia. O retorno obrigatório exclui qualquer medida de prevenção que nós adotamos nos últimos dois anos, provoca aglomeração, não haverá máscara e nem álcool em gel suficiente, não teve nem para os próprios profissionais que já retornaram. Não faz sentido no final do ano letivo o governo impor as famílias esse retorno de modo que elas não tenham a opção de permanecer na educação híbrida, nesse formato também virtual. Então por isso nós ajuizamos essa ação popular para atender aí o apelo de muita gente que vê com preocupação, várias mães me disseram que não vão enviar seus filhos", explicou.
Em nota, a SEE-MG afirma que ainda não foi notificada pela justiça sobre o pedido solicitado pela parlamentar. A pasta esclarece que a retomada das atividades presenciais nas escolas ocorre de forma consciente e segura com base nos protocolos sanitários da Secretaria Estadual de Saúde.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
FIQUE BEM INFORMADO, SIGA O SETE LAGOAS NOTÍCIAS NAS REDES SOCIAIS:
Twitter:
https://twitter.com/7lagoasnoticias
Instagram:
https://www.instagram.com/setelagoasnoticias/
Facebook:
https://www.facebook.com/setelagoasnoticias
















