Após ter a liberdade provisória concedida pela Justiça, o cabeleireiro Adriano Gonçalves, de 34 anos, deixou a penitenciária José Inspetor Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, por volta de 10h15 da manhã deste domingo (25). O profissional recebeu uma tornozeleira eletrônica.
Adriano foi preso por suspeita de levar os filhos, de 15 e 16 anos, para um motel e, no local, agredir uma das três prostitutas contratadas para fazer um programa com ele e os adolescentes.
A liberação do profissional de beleza foi confirmada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e por Glauber Paiva, advogado de Adriano. A liberdade provisória de Adriano foi concedida pelo juiz de plantão Ricardo Sávio de Oliveira nesse sábado (24).
Atraso
Mais cedo, Paiva chegou a sinalizar que o homem havia deixado a cela, mas ainda seguia sob responsabilidade da penitenciária, à espera da tornozeleira.
"Ele não foi 'desligado' do sistema ainda. Não está mais na cela, mas está aguardando a tornozeleira. Parece que não está tendo tornozeleira ou o sistema está fora do ar. Parece que teve uma grande quantidade de presos neste fim de semana, e limitou um pouco as tornozeleiras", informou, por telefone.
Em espera
Conforme o advogado criminalista e conselheiro da seccional Minas Gerais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), Marcos Aurélio de Souza Santos, a espera em consequência dos trâmites entre a saída da cela e a colocação da tornozeira eletrônica é comum. O que, segundo ele, não é legal é que o detento, após ter expedido o alvará de soltura, retorne à carceragem por falta de equipamento.
"Se não tiver o eletrônico, ele precisa ser liberado, pois é necessário cumprir a ordem do juiz. Nesse caso (hipotético), ele é liberado e depois, em outra data, coloca a tornozeleira. Para isso ocorrer, porém, é preciso comunicar o juiz que o soltou, que deverá autorizar a saída sem o instrumento temporariamente", explicou.
Apesar disso, o criminalista afirmou que, até por ser domingo, a liberação pode demorar mais, sempre "dentro de uma razoabilidade".
De O Tempo
Sete Lagoas Notícias
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