Uma obra inacabada é reflexo de má administração
Quando os ventos sopram favoravelmente, temos a certeza de que Deus está do nosso lado e que os frutos positivos são avaliados no sentido de encontrar plena harmonia a ponto de atender as necessidades da comunidade. Entretanto, quando nada parece dar certo, é sinal que não aconteceram os beneplácitos naturais dentro de uma excelente convivência e de uma harmonia perfeita. Dentro deste pensamento, é claro, temos que alimentar ideias e pensamentos bem positivos a ponto de fazer com que não sejam interpelados, seus responsáveis, em sentido contrário ao que aduz a própria comunidade.
Um dos exemplos marcantes, de uma situação que é vivida atualmente em Sete Lagoas, é o que se refere a ETA, que é relacionada ao tratamento da água coletada do Rio das Velhas para servir a cidade. Exatamente, se afigura esta situação, porque a obra, embora bem localizada, não está pronta, para que possa atender, ainda que parcialmente, a uma parte da cidade. A comunidade já está cansada de tomar conhecimento de situações semelhantes, principalmente quando se refere a uma obra gigantesca como esta que está sendo realizada, e, naturalmente reflete exatamente naquilo que representa de perto, como uma das maiores obras da própria administração municipal.
É muito interessante como as coisas são avaliadas e devem ser analisadas, sem, contudo, esquecer dos atributos necessários para sua realização. Dentro daquilo que compete a administração pública é notório que a responsabilidade administrativa é o fator primordial para que seja considerada como uma obra inacabada. Como pode-se avaliar, dentro deste aspecto, se o estrangulamento é uma condição inerente a própria vida e também ao próprio interesse na sua construção e objetivando atender as necessidades de cada um dos usuários do referido líquido. A ETA, pelo que se pode tomar conhecimento, e que foi afirmado pelos funcionários do SAAE e que prestam serviços diretamente no local, e que tem vínculos com a autarquia, o SAAE, a mesma não poderia ser inaugurada, pois é uma obra inacabada.
Ora, todos nós, em boa consciência, temos que levar adiante o fato, tão importante, que é de avaliar este pensamento, embora negativo, mas que faz alçar voos mais altos e principalmente, dentro desta situação, daqueles que são integrantes de uma obra do valor de mais de cento e setenta milhões de reais, mas que ainda, para terminar ainda falta uns trinta ou quarenta milhões. É muito importante que tenham a cabeça erguida e sentimento bem positivo para alavancarmos o caminho da vitória, sobre todos estes aspectos, e que, naturalmente reflete a própria irresponsabilidade daqueles que estavam envolvidos com a sua realização. A administração atual tem que fazer uma avaliação e buscar oferecer ao povo uma informação correta do que se passa, e talvez realizar uma auditoria capaz de avaliar e trazer a público o que aconteceu.
Também, a própria Câmara Municipal, vez que vários vereadores estiveram presentes na visita feita a ETA e também ao sistema de captação da água no Rio das Velhas, terá que fazer uma avaliação completa de toda a situação e trazer a público para conhecimento daquilo que se transformou em uma irresponsabilidade, tanto administrativa como também daqueles que foram responsáveis, até agora, pela sua execução.
1-É muito importante buscar caracterizar onde está a responsabilidade da administração municipal anterior que, pelos erros cometidos, com obras inacabadas, deu a entender a falta de responsabilidade do gestor e de seus auxiliares comprometidos com as negligências acontecidas e culminando sempre com prejuízo para o erário público.
2-O estudo que se faz com o intuito de conseguir detalhes e informações a respeito do que está a acontecer no âmbito da administração municipal é, sobremaneira, bem desarticulado pra se chegar a um denominador comum e de fazer registrar quem são os culpados por tamanha negligência. Alguns pontos a serem destacados, pelo princípio natural do descuido e do desleixo, nos propicia a avaliar que dentro do contingenciamento deste trabalho cabe até, ao que parece, um ressarcimento aos cofres municipais daquilo que representa um prejuízo natural pela negligência existente.
3-A obra da ETA, pelo que se apura, é apenas um “estopim” diante de muitas outras coisas que estarão sendo conhecidas e que poderão ser avaliadas dentro do mesmo propósito. A questão levantada é fruto de uma avaliação ou de uma vitória no que reflete exatamente aquilo que negativamente foi comprovado com a visita do atual prefeito, de vários vereadores, de autoridades e convidados, e alicerçados, sempre pela presença da imprensa.
4-É bem interessante ,como se pode dizer, quem foi o real culpado de tudo, mas o certo é que os reflexos são sempre negativos, e afetam, diretamente, a própria comunidade, pois na realidade, o propósito principal é o de abastecer a cidade de Sete Lagoas com uma água cristalina, potável, fazendo eliminar o que acontecia sempre com a falta do precioso líquido.
5-Pense bem, todos da comunidade, se olharmos pelo lado interior da questão e pelo que foi descoberto pelos próprios servidores do SAAE, não poderia, jamais acreditar que deixaram algo para depois e este depois não chegou a tempo para tampar aquilo que foi prometido e não foi cumprido. De qualquer forma esta truculência exercida é reflexo da irresponsabilidade das pessoas, pouco importando o grau de atuação, se era diretamente da Prefeitura ou se era do SAAE, mas, o que se torna importante é verificar a razão de tudo, e dos interesses pessoais sempre existentes, e, é tão curioso que uma determinada pessoa, embora já destituída do cargo que exercia chegou a ir ao local e emitir ordens aos funcionários quando, na realidade, ele não tinha este direito.
6-Podemos avaliar que dentro do pensamento da própria ignorância do seu comportamento como administrador, fugiu a si a função de colocar em prática o seu desdém capaz de atender os desígnios da sua própria competência. É claro que, dentro do que se pode avaliar, no momento, as consequências negativas dos fatos relacionados, deram ênfase a que foi colocado em risco a própria situação de atendimento a comunidade vez que, se a própria estrutura não estava correta como poderia o acessório estar correto. Dentro deste pensamento faltava exatamente o cumprimento da obrigação maior pelo “Rei”.
7-Em cada momento e em cada atitude tomada, verifica-se que, desde logo, se deu ensejo a uma fatalidade totalmente negativa no cumprimento do mandato atribuído, vez que passou a existir incompetência na realização dos fatos administrativos que, pelo contrário, se houvesse tamanha correspondência positiva estaria levando ao caminho da glória, mas que, pelo contrário, a pessoa, diante dos fatos acontecidos, demonstrou total ignorância ao próprio trabalho dando ensejo ao princípio do repúdio e do desrespeito às ordens emanadas. Podem acreditar que dentro do espírito de união e de realização os funcionários que trabalham na ETA são heróis e cumpridores de suas obrigações, onde a perfeição do atendimento estava configurado pelas explanações feitas aos que visitavam naquele momento, e tanto pelas informações que eram prestadas de que nunca se poderia inaugurar a obra, pois estava inacabada.
8-Quando se busca acreditar no trabalho desenvolvido pelos homens e empresas há de entender que, dentro da técnica e da compreensão, os pressupostos a serem obtidos por aqueles que estariam a realizar a obra de construção seria para realmente atender a uma comunidade que vinha, ao longo dos anos, sofrendo com a falta d’água. Entretanto, chegou-se a ter conhecimento de que, dentro do que foi equacionado, alguns interesses existiram, em termos de empresas e em termo de pessoas, e apenas com uma auditoria bem saudável e criteriosa é que poderá chegar a um bom caminho. Ainda bem que existem pessoas de bom relacionamento e de conhecimentos importantes para que todos cheguem a uma boa solução, mas que, pelo que se percebe tem muito “osso” duro de roer pela frente.
9-É bem verdade que hoje tomamos o espaço das Pimentinhas com um assunto que está relacionado a falta de água na cidade, mas que mesmo assim, há de levar em consideração que muita coisa ainda está por ser realizado e que a administração passada não tomou como objetivo realizar. Aí fica uma pergunta: como será resolvido o problema maior detectado que é exatamente a falta de reservatórios capazes de receber o precioso líquido e distribuí-lo para a cidade? É uma pergunta que faz jus ser observada.
10-A bem da verdade e pelo visto, dentro da situação emergente, muita coisa ficou escondida e em esconderijos que foram, naturalmente, acampados pela chamada Lei Delegada, onde o espírito maior estava em beneficiar pessoas e empresas, e, como exemplo marcante estava o chamado FAS, que poderia ser chamado de FAZ DE CONTA e NÃO FAZ NADA, que, naturalmente buscou afetar a dignidade daqueles que exerceram os cargos dentro dessa bandeira. Afinal de contas o FAZ não existe mais e que, segundo se pode verificar trará uma economia aos cofres públicos da ordem de mais de trezentos mil reais mensalmente.
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