É muito engraçada a situação pertinente ao SAAE, uma autarquia independente “moralmente”, mas pelo visto, e pelo que se entende, sem os resultados necessários para a população, com o “rabo preso”, sem definição. É velha, pelo tempo, e sempre aconteceram questionamentos irretorquíveis a seu respeito.
Todos, sem exceção, por lá passaram e administraram a seu jeito e modo, mas sempre sendo uma pedra no calcanhar da administração municipal. Há dias, em uma retórica natural daquilo que busca brilhar no pensamento volátil, chegamos a lembrar que, em determinada época, fazia milagre social, pois distribuíam leite, frangos a famílias necessitadas e, hoje, não podem corresponder com um “mísero” centavo para atender às necessidades do próximo.
Vários foram os questionamentos já apresentados e têm, por detrás da cortina, o amparo direcionado da Câmara de Sete Lagoas ou de alguns vereadores devido ao apadrinhamento de várias pessoas que deixam demonstrar que dentro do julgamento natural julgam fazer crescer a folha de pagamentos em detrimento, várias vezes, daqueles que trabalham e recebem um salário “minguado”. Até que ponto chegaremos na busca de uma solução objetiva e concreta?
Saiba o povo, se é que também se interessa pelo caso, a origem real das pessoas que foram encaixadas a partir de janeiro de 2017. Nessa estatística, quem foi apadrinhado pelo prefeito, pelo vice-prefeito, por cada um dos vereadores e até pelo deputado estadual ou até pela cortina de ferro. Então, é claro que o povo tem que saber e tomar conhecimento de uma situação que é absurda e inquestionável, pois se muitos foram protegidos, porque você que andou descalço, sofreu as consequências de um “não”, não foi também lembrado para participar do bolo mais angustiante do que saboroso?
Esta é a grande verdade, pois detrás de tudo isso ainda tem a ETA que falaremos na próxima edição, consequentemente diante dos fatos que se desdobram e que esperam acreditar que surja a tão sonhada CPI para que sejam avaliados os mandos e desmandos existentes.
1-Como é bom na vida termos grandes amigos, sinceros e com a credibilidade que faz parte do dia a dia. Não adianta tapinhas nas costas, um sorriso elegante, uma frase bem coordenada se o necessário foge do encaminhamento natural da vida. Os espinhos que são colocados no âmbito do trabalho a ser realizado são frutos dos fatores condicionantes da ruptura da amizade cordial e sincera e que vai de encontro às turbulências existentes onde o aspecto principal, em tudo, e não ter o direito de ver o leite derramado.
2-A história, ou se quiserem, para melhor entender, nos dá ensejo a nos divertir com a sanha mágica dos adversários e apostar que conseguiram driblar o conteúdo de uma sobra para chegar a um fator de descontentamento histórico. Não adianta querer sobreviver diante dos falsos ensinamentos, pois por mais que surjam fatores de verdadeira incorreção dos fatos, jamais conseguirá persuadir aqueles que acreditavam e confiaram a seguir as trilhas do “mal” caminho.
3-Não adianta fugir, não adianta querer ultrapassar os caminhos da infantilidade, pois os mesmos que agrediram no passado e que hoje rompem as barreiras na busca da “mea culpa”, por estarem na mesma negociata escandalosa superando tudo aquilo que o povo confiava, e que detrás desta barreira romperão entulhos e desgastes capazes de amordaçar os que são objeto do mal.
4-Estamos dentro de um espírito revolucionário perplexo de bons antecedentes e visualizando excelentes resultados positivos no futuro. Entretanto, não é tão tarde para despertar, pois os obstáculos poderão ser rompidos desde que os princípios da honestidade, da credibilidade e da compostura se unam em favor da humanidade. A força do bem haverá de superar o mal. É o ensinamento de Cristo.
5-Vários fatores existem para que seja alcançada a vitória, sendo o primeiro deles a força do “bem querer” e, como tal, a experiência lógica do encontro de opiniões sadias e objetivas, onde o espírito da luz e da crença estejam unidos em prol do bem maior.
6-Reclama-se por todos os cantos e por todos os lados, nove meses já decorreram e, como é natural, nada de novo pode traduzir os efeitos daquilo que fora prometido, mas como é óbvio não conseguem trocar o cachimbo e está aí para quem quiser avaliar a situação. Não adianta construir em base de terra se a construção da consistência do concreto não estiver solidificada para evitar a erosão.
7-Sete Lagoas tem cerca de 250 mil habitantes hoje, todos comprometidos com uma verdade irrefutável e que sombreia os episódios políticos alcançados. A proteção, como eventualmente pode ser falado ou negociado, rompe o caminho do bem e da história viva do presente. Na administração atual, ao contrário do “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, falsamente temos que acreditar que são solidários ao “Rei” os que foram visados na eleição e hoje, pelo contrário, os que foram grandes aliados são os que são desprotegidos. Chega-se a conclusão que a ignorância supera a própria verdade e o consolo maior de muitos é que a vida é um trampolim para várias negociatas.
8-O tempo, totalmente enegrecido, até o presente momento rompe o caminho natural da verdade e a lei dos homens rompe a bandeira, vindo ao seu encontro o horário de verão em que, dentro das astúcias naturais, surgem aqueles que hipoteticamente aludem que detrás de tudo “Verão” o que vai acontecer.
9-Na verdade, o espírito especulativo, sem sombra de dúvidas, rompe as barreiras do cumprimento das leis, dos decretos, das portarias, das ordens de serviço para se chegar a um detalhe inesperado e de se avaliar. Quais foram os benefícios alcançados pela realização da Oktoberfest na área do Parque Náutico da Boa Vista?
10-A coisa melhor existente no momento, em Sete Lagoas, é a falta de palavra e a falta de respeito. Então, vamos traduzir para que ninguém fique em dúvida com o que estamos mostrando, pois faltar com a palavra é um corresponder com aquilo que foi objeto das promessas feitas e que, escandalosamente não foram cumpridas em detrimento dos que foram favorecidos. Falta de respeito é exatamente aquilo que vem acontecendo no âmbito administrativo e que tem como maior exemplo a situação do SAAE, pois já foi dito e ordenado. O povo tem que saber a verdade do que aconteceu: cadê a CPI que não desenrola? Parece que ela está “naufragando” por compromissos imorais e ilegais.
De quem é a culpa?
Bueno do Prado
Existia um homem que pautava a sua vida pela conjunção de esforços no sentido de agraciar a humanidade com resultados altamente positivos. Durante séculos todo povo buscou acreditar e transpôs essa regra sempre dentro do condicionamento espiritual de grandes transformações, sendo esse o caminho da verdade, da vida e da luz.
Entretanto, existiam fraquezas insuportáveis e que os homens não conseguiram distingui-las. Um dos aspectos primordiais, dentro desta situação estão exatamente aqueles que buscam fazer a estrutura natural da vida, mas de certa forma sem ter alcançado os seus objetivos. Assim, dentro desta evidência e naturalmente buscando conquistar os espaços desejados, não seguindo a trilha do mesmo homem que lutava pela conjunção de esforços que não conseguiu superar as dificuldades e de afirmar em alto e bom som: a quem cabe a culpa dos erros da ETA, deixa um vazio enorme dentro do próprio pensamento. Assim melhor, será seguindo os ditames da Carta Magna, onde fica caracterizado “doa em quem doer”, tem que apurar, realizando a sonhada CPI, de quem é a culpa, para apurar definitivamente e realmente saber “de quem é a culpa do problema do SAAE”, pois nem a própria Câmara Municipal sabe avaliar e informar a respeito, e, na verdade, ESTA É A QUESTÃO!
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