Foi sepultado no final da tarde deste domingo (3), no Cemitério Santa Helena, o corpo do fisiculturista Allan Guimarães Pontelo (25), morto após um desentendimento com seguranças na boate Hangar 677 na madrugada de sábado (2), em Belo Horizonte. O velório acontecia desde ontem na Funerária Central. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte sobre a morte do rapaz, cercada de contradições (clique e relembre), só será conhecido em 30 dias.
Pais, familiares e amigos estavam muito emocionados e indignados com a perda do jovem, de 25 anos. Vários foram os momentos em que amigos pediram salvas de palmas. Ao final do velório, um amigo de Allan disse que o universitário era “humilde e trabalhador” e que fora "vítima da inveja e de crueldade”.
A namorada, Marcela Paiva, que estava com o fisiculturista na boate, ainda estava em prantos, como no vídeo que postou nas redes sociais, e não saiu de perto do caixão. O casal pretendia se casar em breve.
Segundo relatos de familiares durante o velório, Allan usava um relógio quando entrou na boate e que não foi encontrado após o ocorrido. Para eles, essa seria mais uma razão para acreditar que o acontecido foi um ato de má fé.
Ainda de acordo com a família, Allan era uma pessoa de bem, com uma boa condição de vida. Além disso, não usava drogas e não haveria motivo algum para que se envolvesse com o tráfico. Durante o velório, foi possível perceber que o rosto do jovem apresentava ferimentos.
Por Ana Amélia Maciel
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