Foto: CMSL
Da Redação
Por meio de publicação no Diário Oficial do Legislativo, nesta sexta, 12 de agosto, foi constituída a Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar possíveis irregularidades cometidas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) na administração dos recursos públicos de Sete Lagoas.
O requerimento que solicitou a criação da CPI, 742/2016, de autoria do vereador Marcelo Cooperseltta (PMDB), tem como justificativa o recebimento de verbas pela secretaria para pagamento de convênio com o Hospital Nossa Senhora das Graças e que teriam sido usadas para outras finalidades. De acordo com a denúncia, a SMS teria remanejado cerca de R$ 2 milhões, que seriam obrigatoriamente destinados à atenção básica, média e alta complexidade hospitalar e ambulatorial, para o pagamento da folha salarial dos servidores que já não recebiam há três meses.
Os vereadores que compõem a CPI da Saúde foram indicados pelas lideranças dos partidos da casa. Marcelo Cooperseltta ficou como membro efetivo do bloco PSL/PMDB e tem o vereador Gonzaga como suplente. Os vereadores Caramelo (efetivo) e Milton Martins (suplente) foram indicados pelo bloco composto por PRB e PSC, enquanto Dalton Andrade (efetivo) e João Evangelista (suplente) compõem as indicações do bloco PSDB/ DEM/ PT e PV. Já o PP, partido de maior bancada, apresentou Milton Saraiva e Euro Andrade como efetivos e Ismael Soares como suplente.
A CPI foi instituída pelo ato 21.554/2016 e tem 120 dias para investigar a denúncia.
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