Um médico e uma enfermeira estão sendo investigados pelo Ministério Público de Minas Gerais por suposta participação em um esquema de desvio de recursos do Hospital São Salvador, localizado em Além Paraíba. A denúncia, que é um desdobramento da operação Primun Non Nocere realizada no ano passado, também envolve suspeitas de associação criminosa, lavagem de dinheiro e desvio de quase R$ 1,5 milhão.
Segundo a denúncia, o médico, que ocupava a posição de provedor do Hospital São Salvador de fevereiro de 2019 a dezembro de 2021, desviou recursos destinados ao custeio dos serviços da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Esses valores foram direcionados ilegalmente para sua própria empresa, sem a devida contraprestação dos serviços contratados.
A enfermeira, que ocupava o cargo de gerente administrativa do hospital na época, é acusada de ordenar os pagamentos mesmo ciente de que os serviços não estavam sendo prestados conforme acordado.
A operação Primun Non Nocere, cujo nome faz referência a uma das principais premissas da medicina - "primeiro, não prejudicar" -, também identificou a possível prática de lavagem de dinheiro pelos envolvidos.
O MPMG exige que os acusados paguem indenização pelos danos materiais e morais causados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), estipulando um valor de quase R$ 3 milhões.
Até o momento, o Hospital São Salvador não se pronunciou oficialmente sobre o caso, informando apenas que não há representantes disponíveis no setor administrativo para comentar a situação.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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