Pelo menos oito pessoas em Belo Horizonte e uma em Natal procuraram atendimento médico com queixa de incômodo nos olhos após observarem o eclipse solar no último sábado (14) sem a proteção adequada.
Em Belo Horizonte, sete pessoas procuraram a Santa Casa e uma paciente foi até o Instituto dos Olhos. Em Natal, uma jovem, de 22 anos, desenvolveu uma lesão no olho chamada retinopatia solar, um dano foto-traumático na retina, após visualizar o eclipse solar.
Segundo a Santa Casa, os pacientes, com idades entre 10 e 20 anos, reclamaram de manchas na visão. Em alguns casos, considerados mais graves, a mancha é mais escura, e há possibilidade de sequelas.
O coordenador médico do setor oftalmológico da Santa Casa BH, Luis Felipe Carneiro, explica que a luz solar é muito intensa e pode causar danos aos olhos. "O olho tem um sistema natural de resfriamento, mas quando a pessoa foca na luz, seja solar, uma luz forte, um laser, há um aquecimento que provoca a queimadura", afirma.
Dias antes do eclipse solar anular acontecer, especialistas alertaram para os cuidados necessários para assistir ao fenômeno, que deveria ser visto apenas com proteção adequada, como o filtro de solda número 14.
O eclipse solar do sábado foi um espetáculo para milhões de pessoas nas Américas à medida que a Lua se movia e o anel se formava. No Brasil, algumas cidades conseguiram assistir o fenômeno de forma parcial, enquanto em outras localidades foi possível observar a formação completa.
A última vez que um eclipse solar anular pôde ser contemplado a partir do Brasil, antes do último sábado, foi em 1994, há quase 30 anos.
Da Redação
Com informações O Tempo
Sete Lagoas Notícias
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