Após a trágica queda de um avião monomotor em Itapeva, no Sul de Minas, no último domingo (28), o Instituto Médico Legal André Roquette, em Belo Horizonte, liberou, nesta quarta-feira (31), o corpo do menino de 2 anos, Antônio Neves Silveira. O pequeno era filho do empresário Marcílio Franco da Silveira, 42, e de Raquel Souza Neves Silveira, 40, que também perderam a vida no acidente.
Diferentemente das demais vítimas, Antônio foi o único que precisou passar por exame de DNA para confirmar sua identidade. Em razão disso, não foi sepultado juntamente com os pais e as outras quatro vítimas da tragédia aérea. O procedimento, que poderia demandar dias a semanas, foi priorizado pela Polícia Civil, conforme destacou o perito criminal Giovanni Vitral.
O perito explicou que, embora alguns exames, como os de impressões digitais, tenham prioridade na identificação de vítimas, a falta de banco de dados para a criança exigiu a extração do DNA. O processo, complexo e delicado, foi realizado com celeridade devido à recente coleta das amostras.
As investigações sobre a causa da queda do avião continuam sob responsabilidade da Delegacia de Polícia Civil de Camanducaia. O desastre resultou na morte de sete pessoas e foi marcado pelo fato incomum de a aeronave se despedaçar no ar antes de atingir o solo. Relembre o caso
As vítimas, além do casal Marcílio e Raquel e do filho Antônio, incluem André Rodrigues do Amaral, Fernanda Luísa Costa Amaral, Geberson Henrique Tadeu Chagas Pereira (piloto do avião) e Gabriel de Almeida Quintão Araújo (copiloto). O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) realiza investigações para a elaboração do relatório final sobre o incidente, sem prazo definido para divulgação.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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