“o bom da vida é passar as nossas experiências para as próximas gerações, sejam elas boas ou ruins, para construirmos uma sociedade melhor e mais justa”
Estava fazendo uma leitura do autor de quem sou muito fã e que escreve obras magnificas sobre a vida, carreira e gestão. Esse autor é uma das pessoas mais inteligentes do Brasil e que tem um conhecimento que me deixa encantado: Mário Sergio Cortella.
Em um dos seus livros, ele faz uma citação muito interessante sobre a infelicidade, escrevendo assim:
Há três caminhos para infelicidade:
Não ensinar o que se sabe;
Não praticar o que se ensina;
Não perguntar o que se ignora.
“Não ensinar o que se sabe”. Fazendo uma reflexão sobre esta frase, podemos entender que no Século 21 pessoas, gestores, professores, diretores e políticos, se não repassam ensinamentos para as pessoas pode meio das experiências que tiveram na jornada de sua carreira, isso é de uma arrogância fora do comum. Com o decorrer do tempo, as pessoas com inteligência emocional repassam aquilo que já aprenderam para os mais jovens e menos experientes.
Contribuir para o desenvolvimento do ser humano é algo fabuloso e que temos que levar para toda a vida. Pessoas pequenas têm medo de ensinar aquilo que sabem e se tornam infelizes. Porque o bom da vida é passar as nossas experiências para as próximas gerações, sejam elas boas ou ruins, para construirmos uma sociedade melhor e mais justa.
Outra frase sobre a qual não podemos deixar de refletir: “não praticar o que se ensina”. Esta levo para minha vida pessoal, como professor. Penso que cobrar dos meus alunos que eles estudem, corram atrás, tenham comprometimento e vontade de vencer, é muito fácil. Aliás, falar é muito fácil, tema de uma das minhas palestras. Não adianta eu cobrar como educador se não praticar aquilo que ensino. Pedir para meus alunos comprometimento, sendo que não sou comprometido com a turma; incentivá-los a estudar, mas não buscar o próprio conhecimento; ou então, falar que eles não devem colar na prova, mas eu como educador praticar coisas erradas na docência.
Diante disso podemos refletir que não adianta queremos cobrar algo tendo atitudes contraditórias em relação àquilo que cobramos ou falamos em sala de aula. Com isso, entendemos que nossas palavras e ensinamentos têm o poder de mudar o mundo e transformar a vida das pessoas para melhor.
Não podemos abaixar a cabeça e deixar a vida passar. Temos sim o comprometimento com as pessoas, de forma que possamos elevar o grau de conhecimento para a vida e, principalmente, o dever de fazer uma cidade, estado e país melhores. Só depende da gente. “Faça a diferença e vamos crescer juntos”
Clique aqui e assista uma reflexão sobre mudanças.
Palestrante Ronald Bernardo
Contato: (31) 9 8795-3630
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