O prefeito Leone Maciel recebeu em seu gabinete na manhã desta sexta-feira (22) uma comitiva da Câmara para a entrega de um cheque no valor de R$ 1 milhão. Essa devolução se deve às economias realizadas pelo Legislativo com o fim da verba indenizatória e modernização da máquina pública. Segundo o prefeito, o valor será destinado integralmente ao pagamento do 13° salário dos servidores municipais.
Estiveram presentes no ato de entrega do cheque além do prefeito Leone Maciel, o secretário de Fazenda, Cassio Marcilio; o secretário de Planejamento, Gestão e Tecnologia, Adilson Lustosa; o sub-procurador Geral do Município, Hermelino Teixeira Goulart; as vereadoras Marli Barbosa (PSC) e Gislene Inocência (PSD); os vereadores Cláudio Caramelo (PRB), Gilson Liboreiro (PSL), Gilberto Doceiro (PMDB), Rodrigo Braga (PV), Beto do Açougue (PSD) e Fabrício Nascimento (PRB); a Procuradora Geral do Legislativo, Carolina Schettino e o gestor Financeiro da Câmara, Felicíssimo Freitas.
Com o fim da verba indenizatória, é estimada a economia de R$ 900 mil anuais. Mas, segundo o presidente da Câmara, Cláudio Caramelo, isso não será motivo para impedir avanços no Legislativo. Neste ano houve, inclusive, a retomada da obra do novo prédio da Câmara, atrás da rodoviária. Para o presidente, 2017 “foi um ano de muito trabalho, mas, acima de tudo, de muita responsabilidade com o trato da coisa pública”, alegou.
Dentre as economias feitas pelo Legislativo, Caramelo lembrou que também foi devolvido um carro que foi destinado à Secretaria de Cultura e Juventude. “Foi outra ação pensada para o bem do município já que o carro estava sendo subutilizado pela Câmara. Tudo o que a gente fez ao longo do ano foi com a intenção de contribuir com o desenvolvimento da cidade, não só com a nossa Casa”, disse o presidente.
Satisfeito em reaver a verba, o prefeito afirmou que o valor será empenhado no pagamento do 13° salário dos servidores públicos municipais. “Não há subserviência do Legislativo com o Executivo e sim consciência para um trabalho em benefício da cidade. Não vamos fazer o que queremos e sim o que Sete Lagoas precisa”, completou Leone.
Por Ana Amélia Maciel
Com Ascom CMSL
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