Nas últimas semanas, dois pirarucus, espécie de peixe originária de bacias amazônicas, foram encontrados mortos na Lagoa Paulino, um dos cartões postais de Sete Lagoas. O fato chamou a atenção pelo tamanho dos pirarucus, cada um pesando cerca de 100kg, mas não por ser a primeira vez em que peixes são encontrados mortos no local.
De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o órgão vem encontrando inúmeras dificuldades para manter a qualidade da água das lagoas por uma série de fatores. Um deles são os roubos frequentes de placas, cabos, fios e até motores dos aeradores instalados nas lagoas Paulino e do Cercadinho para melhorar a oxigenação da água, o que vem comprometendo severamente os trabalhos de manutenção.
Sobre os pirarucus, em nota, a secretaria informou, nesta quinta-feira (27), que as mortes dos peixes foram ocasionadas pela oscilação na temperatura da água. O período de baixas temperaturas colaborou para que as espécies perecessem, já que elas possuem respiração aérea obrigatória, sendo mais suscetíveis a morrer nessas condições do que aqueles que têm apenas respiração branquial.
A Secretaria de Meio Ambiente, na mesma nota, ratifica que é proibido pescar ou consumir peixes capturados nas lagoas da cidade. Veja o comunicado na íntegra.

Da Redação
Sete Lagoas Notícias















