Os pesquisadores do Centro de Sismologia da Universidade de Brasília (UnB) finalizaram, nesta quinta-feira (25), a implementação dos dispositivos da nova rede de monitoramento de tremores em Sete Lagoas. Agora, a cidade terá a capacidade de distinguir de forma precisa se as ocorrências são naturais ou causadas por ação humana. A iniciativa contou com o apoio da Defesa Civil Municipal e Estadual, bem como da Codesel.
A Prefeitura de Sete Lagoas, por intermédio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agropecuária, colocou esse projeto em prática após três tremores consecutivos registrados na madrugada e manhã do dia 16 de janeiro.
A equipe da UnB chegou à cidade em 18 de janeiro, concedeu uma coletiva de imprensa para veículos locais e estaduais e, em 19 de janeiro, iniciou as atividades de campo. O coordenador da Defesa Civil Municipal, Sérgio Andrade, destacou a importância do órgão no acompanhamento contínuo e apoio durante a coleta de dados.
As estações, utilizando tecnologia sísmica e híbrida sísmica de infrassom, cobrem todo o perímetro de Sete Lagoas, incluindo áreas afastadas da zona urbana. O trabalho está sendo acompanhado pela Defesa Civil Estadual, que reconhece a importância dessa ação para fornecer esclarecimentos e tranquilidade à população local.
As estações cobrem todo o perímetro de Sete Lagoas, incluindo áreas afastadas da zona urbana. A Defesa Civil Estadual acompanha o trabalho, reconhecendo sua importância para trazer esclarecimentos e tranquilidade à população local. Durante 2023, vários tremores foram registrados em diversas cidades mineiras, e esse estudo visa fornecer informações cruciais sobre esses fenômenos na região.
Da Redação
Com informações PMSL
Sete Lagoas Notícias
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