Um homem, preso desde domingo (1), como suspeito de envolvimento no desaparecimento da motorista de aplicativo Sheilla Angelis, de 36 anos, confessou o crime. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) detalhou o caso em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (4).
De acordo com o delegado Weslley Castro, chefe do 7º departamento, Sheilla foi brutalmente morta em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, após reagir a um assalto.
No dia 9 de setembro, o suspeito realizou uma corrida pelo aplicativo com a motorista. Mais tarde, usando o telefone de um adolescente, entrou em contato com Sheilla e solicitou outra corrida, desta vez fora do aplicativo.
A viagem começou na Região Central de Divinópolis e terminou no Bairro Elizabete Nogueira, onde ele a rendeu com uma faca e a fez descer do veículo.
Sheilla resistiu, e o suspeito tentou asfixiá-la. Diante da falha, ele usou uma telha para golpeá-la repetidamente na cabeça. Mesmo ferida, ela continuou a resistir, então ele a enforcou até desmaiar.
A mesma corda foi usada para amarrá-la, e o corpo foi colocado no porta-malas do carro roubado. Posteriormente, o suspeito desferiu quatro golpes de faca.
Um corpo foi encontrado em uma comunidade rural de Trindade, em Marilandia, distrito de Itapecerica, a 16 quilômetros do local do crime. A Polícia Civil aguarda a conclusão dos exames para confirmar que o cadáver localizado é de Sheila, no entanto, as evidências indicam que se trata da vítima.
O suspeito alegou que o crime foi encomendado por uma terceira pessoa, mas não revelou nomes. Ele ficou com cerca de R$ 3 mil e o carro da vítima. As investigações prosseguem para apurar o envolvimento de outras pessoas.
A namorada do suspeito também está sendo investigada. Segundo o homem, ela não teve participação no crime, apenas ficou sabendo após o corpo ser ocultado. Ela tentou convencê-lo a se entregar, mas ele a ameaçou.
A Polícia Civil identificou o suspeito através de um pagamento realizado em uma praça de pedágio, após o desaparecimento de Sheilla. A prisão preventiva foi decretada após as evidências levarem até ele, incluindo o pagamento com seu próprio cartão de crédito.
O casal permanece detido no Rio de Janeiro, mas a polícia já solicitou a transferência para Divinópolis. Eles foram detidos por maus-tratos a animais e identificados após a constatação de que o veículo era roubado. A polícia de Minas Gerais foi informada do mandado de prisão contra o casal.
Da Redação
Sete Lagoas Notícias
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