O pai de Evellyn Jasmim Machado Acácio, uma menina de 8 anos que está desaparecida desde o dia 21 de junho, foi apontado pela Polícia Civil como o principal suspeito de mandar matar a mãe da criança, Ketlyn Oliveira, e a cabeleireira Ana Raquel de Brito, ambas de 32 anos. Os corpos das vítimas foram encontrados na região metropolitana de Belo Horizonte. O pai está preso desde 2019 na Penitenciária de Francisco Sá, no Norte de Minas.
De acordo com informações da Polícia Civil, o homem tinha um relacionamento tumultuado com a mãe de Evellyn. A instituição está investigando o possível envolvimento do suspeito no sequestro da filha. Acredita-se que sua motivação seria retirar a criança do convívio familiar materno e entregá-la a terceiros.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Quatro suspeitos presos
Nesta terça-feira, foram realizadas quatro prisões de suspeitos envolvidos nos crimes. Uma das pessoas presas é a proprietária do veículo no qual o corpo de Ana Raquel foi encontrado, às margens da BR-040, em Contagem. Esse mesmo veículo teria sido usado no assassinato de Ketlyn, em Sabará. O irmão da dona do carro e outro homem suspeito de participação direta nos assassinatos também foram detidos. Além disso, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão.
A delegada Fabíola Oliveira, titular da Delegacia Especializada Antissequestro, afirmou que a prisão dos suspeitos permitiu a obtenção de informações cruciais para a localização da criança desaparecida.
Os assassinatos ocorreram após Ketlyn e Evellyn terem ido ao salão de beleza de Ana Raquel em Sabará, na noite do dia 21 de junho. O corpo de Ketlyn foi encontrado cerca de 1 km do estabelecimento, na madrugada do dia 22. A polícia suspeita que a criança tenha sido sequestrada pelos executores.
As autoridades alegam que os suspeitos detidos têm ligação com o mundo do crime e representam perigo, levantando a suspeita de que possam estar com a criança em sua posse.
O corpo de Ana Raquel foi localizado dentro do veículo, na madrugada do dia 23 de junho, na BR-040, em Contagem.
A defesa da proprietária do veículo, que foi presa nesta terça-feira, alegou que a mulher encontrou o carro através de um rastreador, no bairro Padre Eustáquio, na Região Noroeste de Belo Horizonte. A defesa também afirmou que ela e o irmão usaram uma chave reserva para abrir o veículo. Segundo a versão apresentada, os irmãos perceberam o corpo de Ana Raquel no banco traseiro após dirigirem alguns quarteirões e, então, abandonaram o carro na BR-040. No entanto, a polícia acredita que a suspeita tenha emprestado o veículo aos demais suspeitos.
O delegado Carlos Eduardo Vieira Nunes, responsável pela delegacia de homicídios de Sabará, afirmou que é improvável que alguém entre em um veículo e não perceba a presença de um corpo no banco de trás.
Da Redação
Com informações G1
Sete Lagoas Notícias
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